Prepare-se para um apagão prolongado

Equipe PlanRefugio Brasil Atualizado: março 2026
Baseado em: Defesa Civil OMS Cruz Vermelha Ministério Saúde

O apagão de 15 de agosto de 2023 deixou 25 estados brasileiros sem luz em segundos — 70 GW de potência saíram da rede em uma falha em cascata. Em novembro de 2009, 18 estados e mais de 60 milhões de pessoas ficaram horas no escuro. Com ~65% da geração brasileira sendo hidrelétrica, somos especialmente vulneráveis a estiagens prolongadas combinadas com pico de demanda no verão.

A diferença entre passar um apagão com calma ou com pânico se resume a três coisas: ter lanterna a pilha (não só o celular), um rádio a pilha para acompanhar instruções do ONS e Defesa Civil, e dinheiro em espécie. Os caixas eletrônicos, terminais de cartão e até o Pix dependem de conexão.

O que fazer durante e depois de um apagão

Primeiros minutos: desligue aparelhos sensíveis (TV, computador, micro-ondas) para evitar dano com a surto de retorno. Mantenha geladeira e freezer fechados — sem abrir, o freezer cheio conserva por 48 h e a geladeira por 4-6 h. Use a lanterna, NÃO velas (risco de incêndio com gás encanado).

Primeiras horas: ligue o rádio a pilha para acompanhar Defesa Civil e ONS. Confira vizinhos e idosos próximos. Evite usar o celular para chamadas — economize bateria, use SMS. Tenha um power bank carregado.

Se prolongar mais de 12 h: consuma os perecíveis antes que estragem. Se a temperatura estiver alta, evacue para um centro de resfriamento (shopping, biblioteca, prefeitura). Cuide especialmente de bebês, idosos e pessoas com condições crônicas que dependem de equipamento (CPAP, oxigênio, insulina).

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